Eficiência Hídrica em Edifícios e Espaços Públicos…

… O Caminho para a Gestão Sustentável da Água!!!

Posts Tagged ‘Uso Eficiente da Água’

Sabia que…???

Posted by eficienciahidrica em 2012/05/08

… o projeto Eficiência Hídrica já lançou o Guia de Boas Práticas para o Uso Sustentável da Água?

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Carta Europeia da Água

Posted by eficienciahidrica em 2010/11/09

Carta Europeia da Água proclamada pelo Conselho da Europa no dia 6 de Maio de 1968, em Estrasburgo, surge no sentido de dar resposta a um dos grandes problemas que, na altura já era um problema, e que actualmente é de extrema urgência combater para que não nos fragilize: a necessidade d e Água doce face ao aumento das populações e o consumo exacerbado, é claro. A Carta Europeia da Água assenta em 12 pontos e são eles:

  • Não há vida sem Água. A Água é um bem precioso indispensável a todas as actividades humanas.
  • Os recursos hídricos não são inesgotáveis. É necessário preservá-los, controlá-los e, se possível, aumentá-los.
  • Alterar a qualidade da Água é prejudicar a vida do Homem e dos outros seres vivos que dela dependem.
  • A qualidade da Água deve ser mantida em níveis adaptados às utilizações e, em especial, satisfazer as exigências da saúde pública.
  • Quando a Água, após ser utilizada, volta ao meio natural, não deve comprometer as utilizações que dela serão feitas posteriormente.
  • A manutenção de uma cobertura vegetal apropriada, de preferência florestal, é essencial para a conservação dos recursos hídricos.
  • Os recursos hídricos devem ser objecto de um inventário.
  • A eficiente gestão da Água deve ser objecto de planos definidos pelas autoridades competentes.
  • A salvaguarda da Água implica um esforço muito grande de investigação científica, de formação técnica de especialistas e de informação pública.
  • A Água é um património comum cujo valor deve ser reconhecido por todos. Cada um tem o dever de a economizar e de a utilizar com cuidado.
  • A gestão dos recursos hídricos deve inserir-se no âmbito da bacia hidrográfica natural e não no das fronteiras administrativas e políticas.
  • A Água não tem fronteiras. É um bem comum que impõe uma cooperação internacional.

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Aproveitamento da Água da Chuva… mais uma Alegria!!!

Posted by eficienciahidrica em 2010/10/27

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Sabia que…???

Posted by eficienciahidrica em 2010/10/26

… o projecto “Escolas Amigas da Água” está em fase de selecção de 8 Escolas Básicas do 1.º ciclo – em toda a Região do Algarve – cujo objectivo final é sensibilizar a comunidade escolar para o Uso Eficiente da Água nos espaços de ensino???

 

Como nota aqui ficam os principais objectivos deste projecto:

  • Contribuir para o conhecimento dos consumos de Água dentro de uma escola e diferenciá-los por utilização;
  • Consciencializar a comunidade escolar (docentes, discentes e auxiliares) para a importância do Uso Eficiente da Água e de que forma esse esforço pode ser concretizado no quotidiano;
  • Promover o desenvolvimento de actividades relacionadas com o Uso Eficiente da Água e estimular novas ideias;
  • Conseguir maior eficiência de utilização da Água nas escolas participantes.

 

Fonte: http://www.quercus.pt/scid/webquercus/defaultArticleViewOne.asp?categoryID=567&articleID=3298

e http://www.aguasdoalgarve.pt/noticia.php?id=324

Poderá igualmente ouvir a notícia associada ao Projecto no Programa “1 Minuto pela Terra” emitido na Antena 1 através do link http://ww1.rtp.pt/multimedia/progAudio.php?prog=2917&clip_wma=75688

Fonte da imagem: http://i229.photobucket.com/albums/ee270/bitewing/Water-Heart1.gif

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Instalação de Redutores de Caudal em Edifícios Municipais na Batalha

Posted by eficienciahidrica em 2010/10/24

O Município da Batalha, apostando numa política de racionalização de consumos de água, criou um projecto-piloto que visa a implementação de medidas de poupança de água, em alguns dos edifícios municipais. Numa primeira fase, os edifícios escolhidos para se proceder à instalação dos economizadores de água foram: Auditório, Biblioteca, Edifício dos Paços de Concelho, Campo de Ténis e Bar do Campo de Ténis. Estes edifícios foram seleccionados pois são locais de referência para a população local, onde o projecto terá maior expressão.

Os economizadores de Água são peças complementares de torneiras que irão substituir os adaptadores de saída de água de cada torneira, reduzindo o fluxo em aproximadamente 50%. Nos chuveiros, o seu fluxo é reduzido aproximadamente para metade, em relação a um chuveiro vulgar. Serão também colocados economizadores de autoclismos, o que permite que em cada descarga sejam poupados 2 Litros de água.

O princípio de funcionamento dos economizadores de Agua e Energia é a emulsão, ou seja, a mistura de oxigénio com a água cria milhões de micro-bolhas, aumentando desta forma o volume e reduzindo simultaneamente o seu fluxo de água em 50%, causando assim a sensação de se estar a utilizar a mesma quantidade de água quando na realidade apenas é utilizada metade. É importante salientar que os economizadores de Água, não afectam a qualidade de vida do dia-a-dia ou o conforto, mas sim pelo contrário aumentam a sensação de conforto devido ao efeito de massagem causado pela emulsão ou jacto de massagem (apenas em chuveiro).

A instalação destas peças permitirá uma poupança de aproximadamente 50% do consumo de água sem necessidade de troca de torneiras ou autoclismos, sendo que numa fase posterior irá proceder-se a uma análise de consumos, para se quantificar a poupança real.

Sublinha-se a importância e significado deste projecto, no sentido da utilização racional de um recurso tão importante como a água, sendo um inequívoco contributo para a desejada sustentabilidade do Concelho da Batalha.

Fonte: http://ww2.cm-batalha.pt/areas-de-intervencao/divisao-de-ordenamento-do-territorio/ambiente/projectos-municipais

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Projecto de Resolução n.º 274/XI/2.ª

Posted by eficienciahidrica em 2010/10/21

Tal como referido na notícia de 1 de Outubro de 2010 foi apresentado  nesse mesmo dia no Parlamento um projecto que recomenda ao Governo a construção de redes secundárias de abastecimento de água, com aproveitamento das águas pluviais (SAAP), em edifícios, instalações e equipamentos públicos de grande dimensão (ver ligação https://eficienciahidrica.wordpress.com/2010/10/01/dia-nacional-da-agua-ps-entrega-projecto-para-aproveitamento-de-aguas-pluviais/).

Agradecemos à Comissão de Ambiente, Ordenamento do Território e Poder Local pela cedência do documento. De seguida vem a transcrição do dito:

Projecto de Resolução N.º 274/XI/2.ª

Recomenda ao Governo que tome a iniciativa de prever a construção de redes secundárias de abastecimento de água, com aproveitamento das águas pluviais, em edifícios, instalações e equipamentos públicos de grande dimensão, tendo em vista a sua utilização para usos e fins não potáveis, no sentido de se obterem ganhos ambientais, energéticos e económicos.

Exposição de Motivos

A água é, sem dúvida, um recurso natural essencial à vida, desempenhando um papel crucial no desenvolvimento económico do país, com importância assinalável no sector do ambiente.

Em 2001, a procura de água em Portugal foi estimada pelo Plano Nacional da Água em cerca de 7 500 milhões de metros cúbicos/ano, a que corresponde um custo global de produção estimado de 1 880 milhões de euros/ano. Deste consumo, verifica-se que 8% do total se destina ao abastecimento urbano às populações e 5% à indústria. Com tal fundamento, têm sido, ao longo dos anos, desenvolvidas medidas para prever e enquadrar a sua correcta utilização, visando alcançar políticas públicas sustentáveis de gestão da água.

Foi com base nesta premissa que foi aprovado, por Resolução do Conselho de Ministros n.º 13/2005, o Plano Nacional para o Uso Eficiente da Água (PNUEA), visando estabelecer as linhas orientadoras para a sua utilização, iniciativa que contou com a coordenação do Instituto da Água e o apoio técnico do Laboratório Nacional de Engenharia Civil, estando prevista no Plano Nacional da Água.

A criação e adopção deste tipo de instrumentos surge como resposta a fenómenos de seca, verificados, com grande amplitude, nos últimos anos, pelo que o objectivo fundamental daquele Plano é a promoção do uso eficiente da água em Portugal, especialmente nos sectores urbano, agrícola e industrial, contribuindo para minimizar os riscos de escassez hídrica e para melhorar as condições ambientais nos meios hídricos, assim como preservar um bem escasso e essencial à vida.

O aludido Plano prossegue os seguintes princípios: orientar a actuação dos agentes públicos na sua actividade de planeamento e gestão, incluindo a actividade de licenciamento e veicular o comprometimento de agentes públicos e privados, nomeadamente através de compromissos específicos no domínio da promoção do uso eficiente da água, especialmente nos sectores urbano, agrícola e industrial.

Um Plano desta natureza depende, em larga medida, de parcerias com instituições públicas, nomeadamente nas áreas da agricultura, da indústria e da administração local, e privadas, nomeadamente entidades gestoras, associações de utilizadores, organizações não governamentais profissionais e de defesa do ambiente e instituições de ensino e investigação.

Sabe-se, também, que uma parcela importante do consumo está associada a ineficiências várias de uso e a perdas na rede, valores que indiciam potenciais de eficiência na rede de distribuição muito importantes.  Deve, pois, tomar-se consciência de que os recursos hídricos não são ilimitados, e que urge protegê-los e conservá-los.

É, neste sentido, que as entidades gestoras da água devem apostar em maior eficiência e num melhor aproveitamento das infra-estruturas existentes. A consciência sobre a sustentabilidade na utilização da água deve acompanhar a introdução de novas formas de projectar os edifícios e as cidades, de modo a que se volte a aproveitar a água da chuva, não para consumo humano, mas para usos que dispensem a utilização de água potável. Com efeito, aproveitar água da chuva constitui uma solução acessível, que permite reduzir o consumo de água da rede pública, para determinados usos e fins não potáveis, tendo em vista ganhos ambientais, energéticos e económicos.

Nesta matéria, o Estado tem, através do seu exemplo, um papel fundamental, na medida em que, em edifícios, instalações e equipamentos públicos de grandes dimensões, poderá atestar que a adopção de medidas que promovam a eficiência e a racionalidade na utilização da água conduz a poupanças assinaláveis, seja em termos ambientais e económicos, seja em termos energéticos.

Sem prejuízo do disposto nas Medidas 38, 45 e 48 do Plano Nacional para o Uso Eficiente da Água – que prevêem a necessidade de utilização da água da chuva na lavagem de veículos, sua utilização em espelhos de água e piscinas, e, ainda, na rega de campos desportivos, campos de golfe e outros espaços verdes de recreio –, importa que tais princípios sejam aplicados na realidade, consubstanciando-se, como exemplo, na construção do edificado público de grandes dimensões. Só através de uma racionalização dos usos e redução das perdas é possível ter água no futuro, em quantidade e em qualidade.

Nestes termos, atentos os considerandos descritos e ao abrigo das disposições legais e regimentais aplicáveis, os Deputados abaixo assinados do Grupo Parlamentar do Partido Socialista propõem que a Assembleia da República, nos termos do disposto na alínea b) do artigo 156.º da Constituição da República Portuguesa, adopte a seguinte Resolução:

Recomendar ao Governo que tome a iniciativa de prever a construção de redes secundárias de abastecimento de água, com aproveitamento das águas pluviais, em edifícios, instalações e equipamentos públicos de grande dimensão, tendo em vista a sua utilização para usos e fins não potáveis, no sentido de se obterem ganhos ambientais, energéticos e económicos.

Palácio de São Bento, 1 de Outubro de 2010

Os Deputados

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All-Aqua lançou campanha para Eficiência Hídrica

Posted by eficienciahidrica em 2010/09/24

A All-Aqua, Lda. é uma empresa que contribui para o uso eficiente da água através de sistemas de aproveitamento de águas pluviais, bem como para a Eficiência Hídrica através da comercialização de redutores de caudal certificados pela ANQIP – Associação Nacional para a Qualidade nas Instalações Prediais. Os redutores de caudal são peças que se aplicam em torneiras e chuveiros, que permitem reduzir i fluxo de água em cerca de 50% face aos filtros de rede comuns, mantendo o conforto de utilização.

Neste âmbito, a All-Aqua deenvolveu uma campanha de sensibilização para a Eficiência Hídrica no sector da restauração no Algarve, através da distribuição de 1.500 kits de redutores de caudal. Desta forma, é possível reduzir os consumos de água do público alvo com um baixo investimento, estimando-se uma poupança de 155,22 m3/ano por kit instalado e 187.830 m3/ano na totalidade da campanha.

Paralelamente, a All-Aqua, realizou até ao dia 15 de Agosto, uma campanha para Eficiência Hídrica no sector hoteleiro que permitirá aos empresários reduzir os custos da factura de água e, por outro, promover junto dos seus clientes a imagem de um turismo de qualidade e com preocupações ambientais.

Fonte: Revista Tecnologias do Ambiente (Setembro/Outubro 2010 – n.º 97)

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Para reflectir…

Posted by eficienciahidrica em 2010/07/28

Será que a Eficiência no uso da Água resulta de consciência ambiental???

No sector da indústria a consciência para a racionalização já existe…. mas ainda virada para uma optimização financeira!!!

E no sector urbano, ou melhor, a água que consumimos em nossas casas??? Será pelo custo desta…  ou, principalmente, pela consciência ambiental??? Ou serão ambas??? Fica a pergunta…

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Relatório da Pegada Hídrica em Portugal 2010…

Posted by eficienciahidrica em 2010/03/09

Caros H2Ómigos,

No final do mês de Fevereiro foi apresentado o Relatório da Pegada Hídrica em Portugal. O resultado… tal como no Futebol (Ranking da FIFA, no final do mês de Fevereiro)… também estamos no TOP 6… infelizmente aqui, é no que diz respeito a quem consome mais Água… entre 140 países!!!

Mas antes de mais, o que é… Pegada Hídrica (ou Pégada da Água)?

Define-se como sendo um indicador que expressa o volume total de água usada por um país para produzir bens e serviços consumidos pelos seus habitantes. Para obtenção destes valores tem-se em conta tanto a origem:

  1. interna – a necessária para produzir os bens consumidos dentro do País;
  2. externa – a que resulta do consumo de bens importados.

Mas, normalmente a contabilidade tradicional do consumo de água no mundo restringe-se ao seu consumo directo – aquela que utilizamos a partir das torneiras para o nosso abastecimento doméstico.

Segundo a WWF, estima-se que em Portugal a utilização de água seja aproximadamente de 52 m³/pessoa/ano, variando a capitação diária regional entre cerca de 130 litros (nos Açores) e mais de 290 litros (no Algarve).

No entanto, o consumo efectivo de água duma sociedade é bastante superior, por via dos restantes usos – nomeadamente a agricultura de regadio (que em Portugal como na maior parte dos países mediterrânicos, representa mais de 2/3 do consumo total de água), e os usos industriais e energéticos.

De acordo com o Relatório da Pegada Hídrica em Portugal 2010, cada habitante do nosso País é responsável pela utilização de 2.264m3/ano. Mais de 80% desse valor diz respeito ao consumo de bens agrícolas, e mais de metade corresponde à importação de bens para consumo – ou seja, 54% da pegada hídrica em Portugal é externa.

A pouca eficiência do sector agrícola nacional, a dependência dos bens agrícolas que importamos (principalmente de Espanha), e as diferenças geográficas internas, com problemas de escassez de água a sul (em particular na bacia do Guadiana), são as principais causas da elevada pegada hídrica nacional.

A WWF aposta no aumento da eficiência no uso da água e no desenvolvimento da ferramenta Water Stewardship como principais formas de reduzir a elevada pegada hídrica do país. O estabelecimento de uma iniciativa internacional para a certificação da gestão responsável da água, participada pelos cidadãos, empresas e Estados, é essencial para atingir a protecção e o uso sustentável dos recursos hídricos.

A situação de Portugal reforça a necessidade do envolvimento nacional nesta iniciativa. A aposta na educação e sensibilização dos consumidores para que optem por “escolhas pessoais responsáveis” será também necessária…

Como curiosidade, de referir que entre os seis países que têm a mais elevada pegada hídrica estão cinco da região Mediterrânica: Grécia, Itália, Espanha e Chipre, além de Portugal.

Veja aqui o novo filme “Criminoso” que chama a atenção para a necessidade combater o desperdício de água…

Fonte: http://www.wwf.pt/

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Seminário “Sistemas de Aproveitamento de Águas Pluviais”

Posted by eficienciahidrica em 2010/02/23

Atendendo à pertinência e relação directa com o Projecto EHEEP, vimos divulgar que será já no próximo dia 26 de Março de 2010, em Portimão,  no Auditório do Museu Municipal, que se irá realizar o Seminário “Sistemas de Aproveitamento de Águas Pluviais (SAAP)”  “Uso Eficiente da Água”, com a organização da Ordem dos Arquitectos (Secção Regional do Sul, Delegação do Algarve) e com o apoio da All Aqua – Aproveitamento de Águas Pluviais.

Programa e mais informação disponível em anexo:

Programa Seminário Águas Pluviais

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O Projecto – Enquadramento

Posted by eficienciahidrica em 2010/02/04

I. Apresentação

Seguindo as orientações estratégicas nacionais e europeias, nomeadamente o Programa Nacional para a Política de Ordenamento do Território (PNPOT), o Programa Nacional da Água (PNA) e o Programa Nacional para o Uso Eficiente da Água (PNUEA), a gestão sustentável da Água para além de uma temática actual no panorama nacional, é também assumida como prioridade máxima para a região do Baixo Vouga, não só pela escassez do recurso em termos quantitativos, mas também em termos de qualidade.

A Sub-Região da NUTS III do Baixo Vouga, constituída por 11 Municípios (Águeda, Anadia, Aveiro, Estarreja, Ílhavo, Murtosa, Oliveira do Bairro, Ovar, Sever do Vouga, Vagos) é uma área que no contexto nacional, tem tido um desempenho claramente positivo no que respeita às questões da competitividade económica, social e ambiental.

O crescimento demográfico, as dinâmicas económicas e os novos estilos de vida tornam a Água um recurso cada vez mais escasso e valioso. As alterações climáticas vêm agravar este cenário.

A Água, enquanto recurso essencial da vida do Homem é característica marcante na Região. A água subterrânea do Cretácico, de excelente qualidade, está em depressão e teme-se a entrada de uma coluna salina que a inutilizaria. A gravidade desta situação é não só bem ilustrada pela proibição em vigor de abertura de novos furos neste aquífero mas também por no período do Verão existirem municípios com problemas de abastecimento de água. No projecto “Plano Municipal da Água” (Borrego et al., 2006) chegou-se há conclusão que a Água não é utilizada do modo mais eficiente, por exemplo, no que se refere à água utilizada para a rega, assim como o uso nos edifícios públicos. Exige-se assim um conhecimento pluridisciplinar e uma capacidade de intervenção que garanta a construção do Caminho para a Gestão Sustentável da Água.

Este Projecto constitui um novo patamar de exigência na gestão de recursos hídricos, promovendo a Eficiência Hídrica nos Espaços Públicos e lançando as bases para uma mais ambiciosa gestão ao nível Intermunicipal, iniciando um caminho que conduza à construção de um Modelo de Uso Eficiente da Água, ajustado às características e especificidades de cada município, quer para os edifícios e seus dispositivos quer para os espaços públicos, em suma um Modelo de Certificação Hídrica.

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