Eficiência Hídrica em Edifícios e Espaços Públicos…

… O Caminho para a Gestão Sustentável da Água!!!

Archive for Março, 2012

Eu é que sou o primeiro… da fila!!!

Posted by eficienciahidrica em 2012/03/30

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Simulador de Consumo de Água apresentado em Albergaria-a-Velha

Posted by eficienciahidrica em 2012/03/28

No âmbito do projeto “Eficiência Hídrica em Edifícios e Espaços Públicos”, realizou-se no dia 27 de março de 2012, pelas 10h30m, Salão Nobre da Câmara Municipal de Albergaria-a-Velha, o primeiro de onze seminários (ver listagem) subordinados ao tema “Eficiência Hídrica em Edifícios Públicos”.

As comunicações (ver pasta Seminário de Divulgação/Sensibilização na ligação Documentos) centraram-se no que foi efetuado no projeto, salientando-se a apresentação “Eficiência Hídrica – Princípios e Casos Práticos” onde foram apresentados estimativas de poupança em termos de consumo de água nos edifícios que foram auditados.

Também foi apresentado um dos resultados do projeto: um Simulador de Consumo de Água, que tem como intuito potenciar a sua poupança. Este Simulador pretende ser uma ferramenta didática, permitindo aos Cidadãos terem noção de que forma estão a gastar a água, sensibilizando-os para a temática e contribuindo para se tornarem mais mais eficientes no seu dia-a-dia.

A poupança de água é reforçada face à realidade dos dias de hoje, onde mais de 50% de Portugal continental está em situação de seca extrema. É nosso dever contribuir para a minimização do problema, reduzindo o consumo de água nas nossas atividades quotidianas, garantindo igualmente uma maior poupança financeira ao final do mês.

Para efetuar o download da aplicação clique na ligação Simulador de Consumo de Água.

Poupe Água… Seja Eficiente!

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Simulador de Consumo de Água apresentado em Águeda

Posted by eficienciahidrica em 2012/03/26

No âmbito do projeto “Eficiência Hídrica em Edifícios e Espaços Públicos”, realizou-se no dia 26 de março de 2012, pelas 10h30m, Salão Nobre da Câmara Municipal de Águeda, em Águeda, o primeiro de onze seminários (ver listagem) subordinados ao tema “Eficiência Hídrica em Edifícios Públicos”.

As comunicações (ver pasta Seminário de Divulgação/Sensibilização na ligação Documentos) centraram-se no que foi efetuado no projeto, salientando-se a apresentação “Eficiência Hídrica – Princípios e Casos Práticos” onde foram apresentados estimativas de poupança em termos de consumo de água nos edifícios que foram auditados.

Também foi apresentado um dos resultados do projeto: um Simulador de Consumo de Água, que tem como intuito potenciar a sua poupança. Este Simulador pretende ser uma ferramenta didática, permitindo aos Cidadãos terem noção de que forma estão a gastar a água, sensibilizando-os para a temática e contribuindo para se tornarem mais mais eficientes no seu dia-a-dia.

A poupança de água é reforçada face à realidade dos dias de hoje, onde mais de 50% de Portugal continental está em situação de seca extrema. É nosso dever contribuir para a minimização do problema, reduzindo o consumo de água nas nossas atividades quotidianas, garantindo igualmente uma maior poupança financeira ao final do mês.

Para efetuar o download da aplicação clique na ligação Simulador de Consumo de Água.

Poupe Água… Seja Eficiente!

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Poupança “imaginativa”…

Posted by eficienciahidrica em 2012/03/24

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Projeto Eficiência Hídrica realiza 11 seminários de divulgação / sensibilização

Posted by eficienciahidrica em 2012/03/23

Seguindo as orientações estratégicas nacionais e europeias, com particular destaque para o Programa Nacional para o Uso Eficiente da Água, a Região de Aveiro desenvolveu um projeto no âmbito da Eficiência Hídrica, com o principal intuito de potenciar uma capacidade de intervenção que garanta a construção do Caminho para a Gestão Sustentável da Água.

A sua necessidade é reforçada face à realidade dos dias de hoje, onde mais de 50% de Portugal continental está em situação de seca extrema. É nosso dever contribuir para a minimização do problema, reduzindo o consumo de água nas nossas atividades quotidianas, garantindo igualmente uma maior poupança financeira ao final do mês.

No âmbito do projeto “Eficiência Hídrica em Edifícios e Espaços Públicos”, cofinanciado pelo POVT – Plano Operacional de Temático Valorização do Território, no eixo dedicado às Ações Inovadoras para o Desenvolvimento Urbano, irão realizar-se nos próximos meses, onze seminários (um por cada beneficiário da intervenção – ver página do Projeto), subordinado ao tema “Eficiência Hídrica em Edifícios Públicos“, onde serão discutidas estas matérias.

A calendarização é a seguinte (para aceder aos programas, entretanto disponibilizados, horário e local de realização de cada um dos seminários, clique nas ligações existentes ou consulte a secção Eventos do portal da CI Região de Aveiro):

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Preço da água tem de aumentar para reflectir estrutura de custos

Posted by eficienciahidrica em 2012/03/23

A existência de políticas públicas eficazes e a actuação do sector privado é essencial para a gestão sustentável da água, observa o relatório Water Tight 2012, apresentado esta semana pela Deloitte. O documento analisa o futuro do sector global da água tendo em conta as principais tendências globais tais como o crescimento populacional, o crescente desenvolvimento económico e a urbanização, em conjunto com a alteração dos padrões climatéricos.

O relatório refere que há um argumento muito forte no sentido do aumento do preço da água ou, alternativamente, para a criação de sistemas de preços que respondam aos desafios da escassez, permitindo que as entidades gestoras invistam em infra-estruturas que precisam de renovação, e estas próprias instituições tenham resultados financeiros sustentáveis. No entanto, o aumento do preço nos níveis de consumo de água são uma decisão política difícil, pelo que uma solução que potencialmente garanta preços «toleráveis» a par de um retorno financeiro «razoável» para as entidades gestoras passa pela fixação de preços por escalões. Aliás, os preços por intervalos já foram implementados com sucesso em países como Israel, Austrália, Coreia do Sul, em Hong Kong e nalguns locais dos Estados Unidos.

Joaquim Duarte Oliveira – Manager, Enterprise Water Strategy na Deloitte, particularizando para o caso nacional, lembra que em Portugal já existem experiências de preços escalonados da água. No entanto, aponta, a diferenciação no preço pode ser feita de diferentes formas: por consumo directo, ou seja, litros consumidos por perfil de consumidor, isto é, tipo de entidade que consome, seja particular ou empresarial/ industrial; ou até por região. «É claro que o factor preço tem uma influência directa na racionalização e no consumo, mas a questão mais relevante por detrás da diferenciação do preço é se este reflecte a estrutura de custos inerente, o que nem sempre acontece. Este será o grande desafio para os governos e utilities, uma vez que é fundamental para assegurar a sustentabilidade empresarial do sector no médio e longo prazo», sustenta.

Neste contexto, a utilização eficiente deste recurso é considerado fundamental. Mas um aspecto com elevado impacto na eficiência, que muitas vezes não é considerado, é a implementação de práticas de gestão integrada dos activos ao longo do seu ciclo de vida. Tal pode ser feito «através de programas de monitorização da rede de abastecimento, quer através de práticas de manutenção adequadas ao estado de conservação de cada activo, que potenciem o aumento da eficiência na gestão da água», afirma o responsável da Deloitte.

A inovação na gestão da água é outra das questões consideradas importantes para esta nova era da água. A inovação neste sector está muito associado «a soluções tecnológicas na gestão deste recurso natural, as quais permitem a sua reutilização, de forma a minimizar os constrangimentos do lado da oferta», explica Joaquim Duarte Oliveira. Mais recentemente têm sido utilizadas soluções tecnológicas para a reutilização/ aproveitamento de águas residuais (por exemplo para rega de jardins), porém existem soluções também ao nível do tratamento da água, ou mesmo contadores inteligentes que permitem inovar na gestão da água. «Nos próximos anos, a tecnologia vai ter um papel fundamental na sustentabilidade da água e na eficiência da sua gestão», remata.

 

Fonte: http://www.ambienteonline.pt/noticias/detalhes.php?id=11908

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Grandes empresas reduzem consumos de água e poupam na factura

Posted by eficienciahidrica em 2012/03/23

A eco-eficiência já faz parte da gestão diária de muitas empresas em Portugal. No dia em que se comemora o Dia Mundial da Água, o Diário Económico contactou algumas empresas para avaliar os resultados obtidos com esta política ambienta. Os grupo Sonae, EDP e Portucel Soporcel mostram que a aposta na eco-eficiência começa a gerar poupanças anuais significativas no consumo de água e na factura paga.

A Sonae Sierra, participada do grupo Sonae para a área dos centros comerciais, já reduziu o consumo de água nos seus centros comerciais em 12% desde 2003, o que corresponde a uma diminuição de 4,2 para 3,7 litros por pessoa. “As medidas de eco-eficiência introduzidas ao longo dos anos permitiram uma poupança de 212 milhões de litros de água e uma redução na factura a pagar na ordem dos 815 mil euros”, revelou a Sandra Dias, directora de ambiente, segurança e saúde da Sonae Sierra. A gestora frisa que só no ano passado, o volume de água poupado “ultrapassou os 68 milhões de litros, uma redução no consumo de 7%”, e acrescenta que ambiciona até 2020 diminuir “pelo menos 10% do total da água consumida nos centros comerciais, seja por águas reutilizadas/recicladas ou águas pluviais captadas”. Outra meta é “atingir um nível de consumo de água igual ou inferior a três litros por visita no conjunto dos seus centros comerciais”, diz Sandra Dias.

Ainda no grupo Sonae, a área da distribuição as medidas adoptadas, em 2010, “permitiram poupar 5,3% no consumo de água, por cada milhão de euros gerado, tendo o consumo de água por volume de negócios sido de 380 metros cúbicos (m3) por milhão de euros”, disse fonte do grupo. “O consumo total de água nos hiper e supermercados Continente foi de 757.734 m3 em 2010, uma redução de 3% relativamente ao ano anterior”. Para estes números muito tem contribuído “o reforço da monitorização, a continuada implementação de medidas e o controlo dos desperdícios “, diz a mesmo fonte da empresa.

Já o grupo Portucel Soporcel, no âmbito dos projectos de redução da utilização de água no processo produtivo, conseguiu um decréscimo do consumo por unidade de produto de cerca de 15%. Isso apesar de nos últimos cinco anos o grupo ter aumentado “em cerca de 23% a sua produção de pasta de papel”, sublinha fonte da empresa, ressalvando que se o horizonte temporal for de dez anos, “a redução obtida aumenta para 40%”. De destacar que na empresa “todas as áreas do processo produtivo têm rigorosos sistemas de controlo e monitorização de modo a garantir os objectivos de diminuição do consumo e minimização de perdas de água”, diz a fonte oficial.

Também a EDP desenvolve a sua actividade com a preocupação de poupar o mais possível este recurso. Fonte oficial da empresa revela que “em Portugal, a maioria das instalações de produção é certificada pelo EMAS, uma ferramenta de eco-gestão e auditoria que permite avaliar, relatar e melhorar o desempenho ambiental”. Além disso, a eléctrica faz a reutilização de água de lavagens de filtros, “que permite uma poupança de nove m3 por dia, e que por ano, pode gerar uma poupança até de 3.300 m3”. Implementou “um novo procedimento de operação na caldeira auxiliar da Central Térmica de Lares, com a correcção dos ‘set-points’ de ‘stand-by’, reduzindo o consumo de água desmineralizada, o consumo de produtos químicos para o condicionamento e de energia”. Segundo a empresa, “esta medida pode gerar uma poupança de quatro m3 por hora, e por ano, uma poupança até 22.000 m3”. Na Central Térmica de Sines, o sistema de dessulfuração instalado, que contempla o reaproveitamento do efluente químico tratado, permite, “aproveitar cerca de 22.000 m3”.

Medidas implementadas
A Sonae Sierra instalou nos seus centros comerciais, torneiras com sensores e redutores de consumo, urinóis sem necessidade de descarga de água, sistemas de recuperação de água, e contadores parciais ligados à gestão centralizada. Instalou ainda alarmes de fugas de água, e faz auditorias periódicas aos consumos de água. Tem ainda preocupações ambientais nos projectos paisagísticos dos centros e promove a eficiência da água em obras de renovação e nas tarefas de limpeza. Já o grupo Portucel Soporcel implementou um sistema de fecho de circuitos de utilização de água e faz a recirculação e reciclagem de águas no processo produtivo. De frisar que a EDP desenvolve o programa Econnosco nos seus edifícios, tendo reduzido entre 2006 e 2011, 11% o consumo de água.

Fonte: http://economico.sapo.pt/noticias/grandes-empresas-reduzem-consumos-de-agua-e-poupam-na-factura_140854.html#

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A seca em Portugal

Posted by eficienciahidrica em 2012/03/23

Em 29 de fevereiro de 2012 e de acordo com o índice de seca SPI, verifica-se um agravamento significativo em todas as bacias hidrográficas do Continente e em particular nas do Norte do território. Esta situação deve-se ao facto de nos últimos 12 meses os valores de precipitação terem sido quase sempre inferiores ao valor normal, apenas em agosto e em novembro se registaram valores acima dos médios.

Fonte: http://www.meteo.pt/pt/oclima/observatoriosecas/spi/monitorizacao/situacaoatual/

Poupe Água… Seja Eficiente!!!

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Hidrologia e Academia: Os dias da água

Posted by eficienciahidrica em 2012/03/22

No dia que o planeta dedica ao recurso água, 22 de março, o Professor do Departamento de Engenharia Civil da Universidade de Aveiro, Prof. Armando Silva Afonso, alerta para a necessidade de adotar medidas que mitiguem o risco de escassez e de stress hídrico que o país atravessa. No Campus Universitário de Santigo, um Campus Sustentável, começam a dar-se os primeiros passos na área da eficiência hídrica. Os resultados são promissores e revelam já uma poupança potencial de cerca de 24% no consumo de água.

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Foi no dia 22 de março de 1992 que a ONU decidiu publicar a «Declaração Universal dos Direitos da Água», instituindo o Dia Mundial da Água.

Em Portugal existe e comemora-se também um outro dia da água: o Dia Nacional da Água. É o dia 1 de outubro, que assinala o início do ano hidrológico, que decorre de 1 de outubro a 30 de setembro.

Esta proximidade entre o ano hidrológico e o ano académico não é coincidência. Afinal, ambos seguem o ritmo da natureza, que se inicia e renova com a fonte de vida que é a água e descansa na estiagem de verão …

A água doce, contudo, está a tornar-se um bem escasso. Fruto não só do crescimento exponencial da população no planeta mas, principalmente, do nosso modelo de crescimento económico, um verdadeiro devorador de recursos, que os assume como inesgotáveis. Uma T-shirt precisa de 2,7 m3 de água para ser fabricada; um simples circuito impresso, 13 m3; um automóvel, 400 m3; uma bica, 140 litros! Em Portugal, a pegada hídrica por habitante (volume total de água usado globalmente para produzir os bens e serviços que consumimos) é a 6ª maior do mundo!

Como refere a WWF, no seu Relatório Planeta Vivo 2008, «o uso insustentável da água é um problema crescente no mundo e o declínio dos ecossistemas hídricos é mais acentuado que o declínio da biodiversidade marítima e terrestre». Atualmente 884 milhões de pessoas no mundo não têm acesso a uma água potável de qualidade. Uma criança morre a cada 15 segundos por falta de água potável (quanto tempo demorou a ler este artigo?) … Por isso, em 29 de julho de 2010, a Assembleia geral da ONU entendeu reconhecer que o acesso a uma água de qualidade é também um Direito do Homem! Mas só depois de 15 anos de debates e com 41 abstenções…

De facto, rodeados de água, parece-nos que a água doce nunca nos faltará. Mas recordemos o sábio aviso de Meadows et.al («Além dos Limites», 1993): Em termos globais, há um grande excesso de água mas, devido aos limites operacionais e à poluição, só será suportável na realidade uma duplicação da procura, coisa que ocorrerá entre vinte e trinta anos.

Portugal já foi alertado por várias entidades internacionais dos riscos de escassez e de stress hídrico que são previsíveis num futuro relativamente próximo no nosso território. Não podemos esperar mais…

Que fazer? O primeiro passo para a sustentabilidade é a eficiência! Precisamos de aumentar a eficiência no uso da água em Portugal. A todos os níveis: agricultura, industria, setor urbano… A ineficiência global no uso da água em Portugal está atualmente estimada em mais de 3 x 109 m3/ano, correspondendo a cerca de 39% do valor global da procura de água no país. O seu valor económico é de 750 x 106 €/ano, representando aproximadamente 0.65% do Produto Interno Bruto português.

O maior consumidor é a agricultura. Mas o maior valor do desperdiço está no setor urbano, pois a água que distribui não é apenas água doce: é água de qualidade alimentar. A eficiência nas redes públicas (redução de fugas, etc.) e a eficiência hídrica nos edifícios têm uma importância crescente, que, infelizmente, escapa à maioria dos cidadãos. Vivemos a época da «eficiência energética nos edifícios», mas temos rapidamente de passar para a «eficiência hídrica nos edifícios», como aliás salientou recentemente Johannes Hahn, o Comissário Europeu da Política Regional.

No Campus Sustentável da Universidade de Aveiro começam a dar-se os primeiros passos neste sentido. Para os novos edifícios do CICFANO e da TELEMÁTICA, já em construção, estão a ser estudados sistemas de aproveitamento de água da chuva, seguindo o exemplo da Engenharia Civil, onde já está instalado um pequeno aproveitamento de águas pluviais para o Laboratório de Hidráulica. Em edifícios futuros, haverá que interiorizar nos projetistas a necessidade de considerarem, logo no projeto, a aplicação de produtos eficientes, rotulados, pelo menos, com a letra A de eficiência hídrica.

Após a recente auditoria de eficiência hídrica efetuada ao edifício da Reitoria, no âmbito de um projeto da CIRA [Comunidade Intermunicipal da Região de Aveiro], onde se obteve uma economia potencial de 23,7 % no consumo de água, mais seis edifícios do Campus serão objeto de uma intervenção análoga, ainda durante o ano de 2012. Em 2013 continuar-se-á a intervenção.

São os dias da eficiência hídrica que se aproximam. E a Universidade de Aveiro, como é sua tradição, liderando esses tempos…

Armando Silva Afonso
Professor no Departamento de Engenharia Civil da Universidade de Aveiro

Fonte: http://uaonline.ua.pt/detail.asp?c=23500

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Imagina um dia sem Água…

Posted by eficienciahidrica em 2012/03/22

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Sucesso no combate à fome depende de uma melhor utilização da água

Posted by eficienciahidrica em 2012/03/22

O Secretário Geral da ONU Ban Ki-moon afirmou hoje que a produção de alimentos suficientes para alimentar a crescente população mundial exigirá que comunidade internacional assegure o uso sustentável do “recurso finito mais importante” do mundo, a água.

“A menos que melhoremos a nossa capacidade de usar a água na agricultura com sensatez, não conseguiremos acabar com a fome e vamos abrir a porta a uma série de outros problemas, incluindo a seca, a fome e a instabilidade política”, alertou Ban num comunicado lido no início das cerimónias do Dia Mundial da Água 2012 que decorrem na FAO.

Em muitas partes do mundo, a escassez de água está a aumentar e as taxas de crescimento na produção agrícola têm diminuído, observou. Ao mesmo tempo, as alterações climáticas estão a agravar os riscos e imprevisibilidades para os agricultores, “especialmente para os agricultores pobres em países de baixo rendimento que são os mais vulneráveis e menos capazes de se adaptar”, afirmou Ban Ki-moon.

Garantir a segurança sustentável dos alimentos e da água para todos exigirá a transferência de tecnologias hídricas apropriadas, a capacitação de pequenos produtores alimentares e a conservação de serviços ambientais essenciais, afirmou o chefe da ONU. Também apelou a políticas que promovam os direitos de água para todos, uma capacidade regulamentar mais forte e a igualdade de género.

“A água vai desempenhar um papel central na criação do futuro que queremos”, concluiu Ban. “Na próxima Cimeira da Terra Rio +20, a comunidade internacional terá de fazer a ligação entre a segurança no acesso à água e a segurança alimentar e nutricional no contexto de uma economia verde”.

Todos os 22 de Março a parceria ONU-Água de 28 organizações das Nações Unidas diferentes comemora o Dia Mundial da Água, como forma de chamar a atenção do público para várias questões relacionadas com a água e a necessidade de gerir de forma sustentável os recursos de água doce.

A FAO é a principal agência da ONU para as comemorações do Dia da Água deste ano, que tem como tema “Água e segurança alimentar”. A agência da ONU para a Alimentação e a Agricultura está a realizar uma série de palestras e debates de especialistas internacionais da água ao longo de todo o dia na sua sede de Roma.

Água para o futuro

Durante a sua intervenção, o Diretor-Geral da FAO, José Graziano da Silva afirmou: “Há vinte anos atrás, a primeira Cimeira da Terra no Rio destacou a importância vital de uma efetiva gestão da água na construção de um futuro sustentável e com segurança alimentar para o planeta. Apesar de muitos países terem feito grandes progressos na melhoria da sua gestão dos recursos hídricos, é necessário fazer muito mais.”

“Temos de responder à procura agrícola de uma maneira que economize a água e outros recursos naturais, o que implica uma intensificação sustentável da agricultura, capaz de produzir os alimentos de que o mundo precisa enquanto utiliza a água de forma mais inteligente, bem como uma mudança na nossa forma de comer, reduzindo as perdas, desperdícios e promovendo dietas saudáveis”, acrescentou.

De acordo com Graziano da Silva, será para isso necessário investir nas pessoas, nas infraestruturas e na educação e sensibilização, bem como encontrar incentivos para que os pequenos agricultores adotem melhores práticas – e reforçar a sua capacidade de melhorar a sua produtividade.

Aumentar a resiliência dos agricultores contra as alterações climáticas, melhorar a governança da água e criar instituições para melhorar a gestão das águas nacionais e regionais são também áreas prioritárias, afirmou.

“É também necessário um consumo sustentável, que reduza as perdas, desperdícios e promova dietas sustentáveis”, acrescentou Graziano da Silva, citando estimativas da FAO de que 1,3 bilhões de toneladas de alimentos são desperdiçados todos os anos.

Uma redução de 50 por cento nas perdas de alimentos e dos desperdícios a nível mundial pouparia 1.350 km3 de água anualmente, segundo a FAO. A título de comparação, a precipitação média anual na Espanha é de 350 km3, a capacidade de armazenamento do lago Nasser no Egito e no Sudão é de cerca de 85 km3, e a água do rio Reno que passa na cidade de Bonn , no período de um ano é de aproximadamente 60 km3.

Agricultura e segurança da água interligadas

Actualmente, cerca de 1,6 bilhão de pessoas vivem em países ou regiões com escassez absoluta de água e em 2025 dois terços da população mundial poderá estar a viver em condições de stresse hídrico.Uma das principais razões para isso é a necessidade da utilização de água para produção de alimentos. Em média uma pessoa bebe de 2 a 4 litros de água por dia, mas são necessários 2.000 a 5.000 litros de água para produzir a alimentação diária de uma pessoa. Na verdade, a agricultura é responsável por 70 por cento da utilização de toda a água doce e subterrânea em todo o mundo. No entanto, a razão para esta grande pegada de água é clara: regando os agricultores podem produzir mais alimentos. A agricultura de regadio é responsável por apenas 20 por cento da área terrestre cultivada do planeta, mas produz 40 por cento dos alimentos.

Fonte: http://www.dnoticias.pt/actualidade/mundo/315006-sucesso-no-combate-a-fome-depende-de-uma-melhor-utilizacao-da-agua

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Qual é o teu bem mais precioso?

Posted by eficienciahidrica em 2012/03/22

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