Eficiência Hídrica em Edifícios e Espaços Públicos…

… O Caminho para a Gestão Sustentável da Água!!!

Archive for 13 de Fevereiro, 2012

A água também se esgota…

Posted by eficienciahidrica em 2012/02/13

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Poupar água deve ser uma prática diária e planeada

Posted by eficienciahidrica em 2012/02/13

Como poupar água nos espaços urbanos? Como utilizar de forma sustentada este recurso escasso e precioso? Mais de 100 profissionais e estudiosos da área analisaram estas questões durante o dia de ontem no seminário sobre o “Uso Eficiente da Água nos Espaços Verdes”, que decorreu no Cine-Teatro de Estarreja.

Na abertura do evento, o presidente da Câmara Municipal, José Eduardo de Matos, constatava que “ainda temos um défice cultural enorme nestas matérias”, contudo as consciências poderão começar a mudar, até “por força de alguma atualização de preçários de água” destinada ao consumo público. A poupança da água e a sua utilização racional deve ser encarada com seriedade por cada um de nós.

Quanto à autarquia, está atenta a estas matérias e “tem feito um esforço nos espaços verdes e nos edifícios”, tendo em vista a racionalização da utilização desse bem precioso, praticando “no nosso dia-a-dia aquilo que é o sentido da boa gestão e de uma prática equilibrada e esse caminho tem vindo a ser feito”.

Há um “amplo campo de atuação” ainda por trabalhar e a forte adesão ao seminário promovido pela Subunidade dos Espaços Verdes da CME “significa que partilham desta cultura e querem expandir estes conceitos, cruzando conhecimentos e saberes”, afirmou com satisfação à plateia.

REUTILIZAR MAIS E PLANTAR MELHOR

A reutilização de águas residuais tratadas “é uma alternativa cada vez mais atraente”, conforme referiu Helena Nadais, da Universidade de Aveiro, havendo diferentes utilizações possíveis: espaços verdes, agricultura ou combate a fogos. Israel lidera a lista de países que reutilizam água, suprindo 25% das suas necessidades com água reutilizada. Uma solução que liberta um“volume de água de abastecimento potável alocada para necessidades humanas básicas”. Há linhas de orientação que devem ser definidas e uma solução deste tipo deve estar enquadrada num regime legal de proteção da saúde pública, de boas práticas e regras de segurança.

Monitorização e fiscalização são as soluções apontadas por António Moniz, da APEV – Associação Portuguesa de Espaços Verdes. O orador considera que “é criminoso utilizar águas potáveis para os espaços verdes” e defende “políticas para a utilização de águas residuais tratadas que não são utilizadas neste país”. A água é um bem essencial à vida e as pessoas têm que mudar urgentemente os seus consumos, apelou. Crítico relativamente às opções de municípios que utilizam “relvados a torto e a direito”, enormes consumidores de água, sem planificar gastos de manutenção e dispêndios de água, António Moniz reforça a obrigação que as câmaras têm de “planear a médio e longo prazo”.

José Pedro Araújo Alves, da UTAD – Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro desmistificou a utilização de espécies exóticas, sendo a seleção das espécies uma forma também de combater os excessos de utilização de água. Há “um mito que está instalado que é a utilização exclusiva de plantas autóctones. Há muitas exóticas que também fazem uso excelente da água do solo”. Cuidados com “os viveiros onde se produzem as plantas, sistemas de regas eficientes, a preparação do solo” são alguns dos “imensos aspetos em que se pode intervir para um melhor uso da água e menos custos em mão de obra”, aconselhou o especialista.

O abastecimento sustentável de água e o tratamento de águas residuais também estiveram em cima da mesa. Fernanda Baião, da AdRA – Águas da Região de Aveiro referia que “98% das águas residuais são tratadas e entregues à SIMRIA que as trata e devolve ao meio”. O sistema abrange mais de 111 mil clientes de 10 municípios da região. A AdRA tem um plano de educação ambiental que versa “os meios de otimizar as utilizações e de rentabilizar esse recurso natural”.

A organização da Câmara Municipal de Estarreja reuniu técnicos de câmaras municipais, com representações de 33 municípios, colaboradores de várias entidades de ensino e de gestão pública bem como de várias empresas desde arquitetos, projetistas, engenheiros agrónomos e do ambiente.

Com este evento, a autarquia procurou dar respostas à necessidade de poupança de água e da crescente preocupação com os desperdícios, nomeadamente nos sistemas de rega dos espaços verdes, em conjugação com os elevados custos de água que os municípios agora se deparam.

Fonte: http://www.cm-estarreja.pt/newstext.php?id=7671

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Alfândega da Fé quer população a cuidar dos jardins públicos

Posted by eficienciahidrica em 2012/02/13

Alfândega da Fé vai transformar os espaços verdes da vila de forma a torná-los mais naturais. Trata-se de um projeto que pretende valorizar a flora local e os procedimentos da agricultura biológica.  “Um dos aspetos deste projeto tem a ver com a valorização da flora local colocando nos nossos jardins plantas que muitas vezes não valorizamos e compramos flores que não têm nada a ver com o nosso clima e ecossistema” afirma a presidente da câmara, acrescentando que “nós queremos que os nossos jardins sejam o espelho da flora que temos no nosso concelho”. Berta Nunes salienta que outra preocupação deste projeto é a poupança de água usada na rega dos jardins.

“Os municípios têm um problema muito grande de desperdício de água. Na câmara de Alfândega, entre os metros cúbicos que cobramos aos munícipes e os que pagamos à Águas de Trás-os-Montes temos um desperdício de mais de 50%” revela a autarca. A contribuir para esta situação “havia alguns jardins que eram regados com água tratada e é algo que já estamos a resolver. Queremos poupar água e tornar os nossos jardins mais sustentáveis” salienta. Para implementar este projeto, a autarquia quer também envolver directamente a população nos trabalhos de manutenção dos jardins. “Temos vindo a constatar que para manter todos os espaços verdes bem cuidados é preciso muito pessoal”, refere. Além disso, “consideramos que os munícipes até gostariam de poder participar na manutenção de pequenos espaços verdes junto à casa onde moram e por isso queremos dar-lhes essa oportunidade”.

O projeto conta com a colaboração da Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro e para estimular o envolvimento da população, a iniciativa vai ser apresentada publicamente na quinta-feira.

Fonte: http://www.brigantia.pt/index.php?option=com_content&task=view&id=6563&Itemid=43

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Verdade ou consequência…???

Posted by eficienciahidrica em 2012/02/13

“A Água é tal qual a Terra por onde ela atravessa” (Teofrasto)

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