Eficiência Hídrica em Edifícios e Espaços Públicos…

… O Caminho para a Gestão Sustentável da Água!!!

Archive for 25 de Agosto, 2011

Gestão e Utilização da Água nos Espaços Verdes

Posted by eficienciahidrica em 2011/08/25

Para a realização de uma rega eficiente, quatro aspectos são fundamentais:

  • A existência de um projecto correto;
  • O uso de equipamentos e produtos adequados a cada situação;
  • Instalação devidamente efectuada;
  • Manutenção e utilização adequadas do sistema de rega

Para conseguir um projecto bem dimensionado, deveremos ter a preocupação de proporcionar a melhor uniformidade possível, isto é, toda a zona a regar deverá receber a mesma quantidade de água. Para isso é necessário escolher devidamente os emissores para cada situação e proporcionar uma rigorosa implementação dos emissores sobre as zonas a regar. O sistema de rega projectado deverá ser também duradouro e pensado para ter o mínimo de manutenção possível, poupando água, mão de obra e garantindo o investimento feito em plantas, árvores e relvados.

Sistemas de Rega

A escolha dos equipamentos do sistema de rega assume um papel determinante para a boa gestão da água. Os sistemas automatizados são muito mais eficientes no uso da água do que um sistema de rega manual com mangueira, permitindo uma distribuição de água muito mais uniforme e maior flexibilidade ao utilizador.

Permitirá ainda regar durante o tempo estritamente necessário e aplicar apenas a quantidade de água necessária a cada tipo de planta em função das suas exigências.

Outra vantagem será a hipótese de se proceder à programação de regas automáticas durante os períodos noturnos, quando há menor perda de água por evapotranspiração. Para a rega de plantas anuais, maciços arbustivos e árvores será indicado o uso de equipamentos para rega localizada, como gotejadores e brotadores. Com este tipo de emissores a água é localizada diretamente na zona radicular da planta, aplicando apenas a necessidade de água de cada planta.

Este é um sistema que trabalha com caudais muito baixos e pressões reduzidas, evitando o escorrimento de água e a rega de zonas indesejáveis, o que contribui para a efetiva redução da quantidade de água necessária e evita ainda aparecimento de infestantes.

Instalação correta

Actualmente, quase todos os programadores utilizados para controlar os sistemas de rega automáticos já têm características e sensores específicos para a poupança de água. Um sensor imprescindível num bom sistema de rega será o sensor de chuva, que permite medir automaticamente a precipitação evitando o desperdício de água quando chove. Estes sensores permitem poupar cerca de 15 a 20% de água por ano.

Outro aspecto de grande importância na escolha dos equipamentos é a utilização de dispositivos reguladores de pressão em situações de alta pressão. Pressões elevadas aumentam o consumo de água e o seu desperdício. Uma redução de 0,35 bar permitirá uma diminuição do consumo de água de cerca de 6-8%, reduzindo a nebulização e garantindo um cobertura de água eficiente e uniforme.

A correcta instalação do sistema de rega automático é também fundamental para o seu bom funcionamento e uniformidade. A instalação deverá obedecer ao projecto de rega previamente realizado, seguir todas as normas de instalação dos equipamentos estabelecidas pelos fabricantes e ser realizada por profissionais com experiência.

Por último, os sistemas de rega automáticos, apesar de serem autónomos e funcionarem durante todo o ano segundo uma programação, exigem alguma manutenção para garantir o seu bom funcionamento e a longevidade da instalação. Alguns procedimentos não deverão ser descuidados, tais como a limpeza regular dos filtros instalados previamente a montante das electroválvulas e dos emissores, e a verificação periódica do correcto funcionamento de todos os equipamentos, segundo as configurações e afinações definidas na instalação.

Será um Bom ou Mau exemplo???

Fonte: http://mulher.sapo.pt/casa-jardim/jardim/gestao-e-utilizacao-da-agua-no-1138506-2.html

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Estudo avalia Instalações Sanitárias dos aeroportos para Mundial de Futebol em 2014 no Brasil

Posted by eficienciahidrica em 2011/08/25

Uma Auditoria foi realizada entre Junho e Julho de 2011 às instalações sanitárias públicas dos 15 aeroportos que servirão às 12 cidades-sedes do Mundial de Futebol 2014 mostrando problemas como falta de manutenção, consumo excessivo de água, sanitários danificados e até ferrugem e restos de fezes em alguns dos sanitários avaliados.

Segundo a empresa de consultoria de uso eficiente da água, H2C, que realizou o estudo, o objectivo foi avaliar o potencial de economia de água e as condições gerais de conforto e higiene. Cada aeroporto recebeu nota de 0 a 10 nos nos seguintes pontos: consumo de água, manutenção (preventiva ou correctiva) e higienização (prevenção de riscos de contaminação), além da disponibilidade de dispositivos por utilizador. No ranking do estudo, a nota mais elevada é a do Aeroporto de Congonhas, em São Paulo (7,33), seguido pelo Aeroporto Internacional do Recife, Guararapes-Gilberto Freyre (7,17) e do Aeroporto Internacional de Salvador, Dep. Luís Eduardo Magalhães (6,67). A nota mais baixa foi a do aeroporto Marechal Rondon, em Cuiabá (4,08). O penúltimo lugar foi do aeroporto Eduardo Gomes, em Manaus (4,83) e o antepenúltimo foi o Aeroporto Internacional de São Paulo, em Guarulhos.

Problemas

O estudo conclui que a maioria dos aeroportos visitados não conta com torneiras temporizadas e mictórios temporizadas e com sensores, mais económicos e higiénicos, e que a falta de uniformização gera desequilíbrios no consumo de água e gastos excessivos de manutenção.

Também foram verificadas contentores para resíduos danificadas, ausência de papel higiênico e papel para secagem de mãos e, em vários dos sanitários, assentos de bacias com marcas de ferrugem e restos de fezes. O estudo não especifica em quais aeroportos esses problemas foram encontrados. Um dos únicos aeroportos que contam com sistema de aproveitamento de águas pluviais é o do Galeão, no Rio de Janeiro, refere o estudo, que também avalia ser necessária a ampliação do número de sanitários e cabines nos próximos anos, tendo em perspectiva o aumento do fluxo de pessoas que circulam pelos aeroportos brasileiros em 2014.

A entidade responsável pela Gestão dos Aeroportos, Infraero disse que, apesar de não ter verificado o detalhamento do estudo, as obras de reforma e ampliação dos aeroportos “compreendem, também, melhorias nas instalações sanitárias e construção de novos“. Além disso, a Infraero afirma que realiza “sistematicamente fiscalização em todos os banheiros no intuito de garantir o bom funcionamento de todos“.

Fonte: http://www.vnews.com.br/noticia.php?id=102254&id2=7

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Uma Gota… Uma Vida… Um Planeta!!!

Posted by eficienciahidrica em 2011/08/25

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