Eficiência Hídrica em Edifícios e Espaços Públicos…

… O Caminho para a Gestão Sustentável da Água!!!

Archive for 15 de Junho, 2011

Primavera seca na Europa

Posted by eficienciahidrica em 2011/06/15

Esta é uma Primavera que mais parece Verão. Que o digam os países europeus que já decretaram estado de seca em várias regiões dos respectivos países, situação que está a afectar os agricultores. Em França, por exemplo, o tempo seco já fez com que o governo decidisse desbloquear uma verba de entre 500 milhões a mil milhões de euros para lidar com o problema que se reflecte nos pastos e na quantidade de água disponível para exercer a actividade. Foi ainda constituído um comité de seca, com o objectivo de limitar o consumo de água em algumas regiões e usar campos em pousio para plantar o que será forragem dos animais.

A França decidiu também dar isenção de taxas no valor de 300 milhões de euros e o pagamento dos empréstimos será adiado um ano. No parlamento, o primeiro-ministro François Fillon calculou que a ajuda total ascende a mil milhões de euros.

Também o norte da Alemanha e o sul de Inglaterra foram esta Primavera afectados pela seca. No caso do Reino Unido, as autoridades estão a equacionar a necessidade de racionamento do uso de água. «Se a chuva continuar a não cair, algumas empresas poderão ter de impôr restriçoes aos seus clientes e apostar em campanhas de sensibilização para a reduzir o consumo de água durante o Verão», adiantou Stuart Sampson, um dos responsáveis pelo comité de combate à seca do Reino Unido.

Fonte: Ambiente Online

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Certificar os jardins para os tornar mais sustentáveis

Posted by eficienciahidrica em 2011/06/15

Poupar custos e tornar os jardins portugueses ecologicamente sustentáveis são algumas das exigências a que a realidade actual obriga. A gestão inteligente dos espaços verdes assume mais do que nunca uma importância crucial. Dispor das ferramentas necessárias para avaliar a sua sustentabilidade é um dos primeiros passos a ter em conta, razão pela qual se pretende dar a conhecer o sistema de certificação da World Sustainability Society (WSS).

Os jardins sustentáveis são, acima de tudo, espaços verdes que fogem ao convencional, recorrendo a uma beleza natural mais complexa onde a intervenção humana é menor. Tendencialmente, “são mais naturalizados, com menos flores e menos relvados”, sintetiza Francisco Manso. Mas, acima de tudo, estamos perante espaços que “permitem aos visitantes uma experiência mais rica e profunda, tão ao jeito daquilo que a natureza nos proporciona no seu estado puro”. Os traços artísticos de que são compostos acabam, no fim, por transformá-los em pontos de atracção turística, pelo que “podem e devem ser utilizados como ferramenta de marketing” pelas entidades interessadas.

Com esta ideia em mente, a certificação da sustentabilidade torna-se importante, pois permite “tomar conhecimento dos custos ecológicos envolvidos na construção e manutenção de jardins”, ao mesmo tempo que fornece os métodos mais objectivos e claros para os “mitigar e compensar”.

Para Francisco Manso, uma das melhores formas de adquirir conhecimentos sobre os parâmetros de sustentabilidade dos jardins passa por usar o sistema de classificação da World Sustainability Society (WSS), dado que permite “comparar diferentes desempenhos ecológicos e quantificar medidas de compensação”. Deste modo, e tendo ainda em conta o sistema da WSS, torna-se possível apresentar ao público em geral “os resultados ambientais e justificar compromissos”.

Como aplicar a fórmula WWS?

Foi precisamente a pensar nas potencialidades do sistema WWS que o jornal arquitecturas decidiu organizar um curso de avaliação da sustentabilidade dos jardins, com ênfase na eco-eficiência durante a construção e manutenção dos jardins, prevista para entre os dias 28 e 30 de Junho, e Francisco Manso será um dos formadores presentes.

“No workshop vamos aprender a utilizar a fórmula WWS e a maximizar resultados em espaços concretos”, salienta o engenheiro. Entre as outras vantagens que o sistema engloba contam-se: a sua simples aplicação; a contabilização positiva de boas práticas ambientais, tal como a sua continuação; a classificação universal de diversos sistemas; além de que permite realizar projectos compostos, possibilitando que numa zona geográfica distinta sejam compensados os prejuízos ambientais criados noutra.

Com a implementação deste sistema decorrem várias consequências positivas, com Francisco Manso a destacar os menores custos a nível ambiental e a poupança em recursos naturais, “nomeadamente água, matéria, biodiversidade, ar e energia”. Tudo isto vai redundar em “menores custos económicos” e num “maior e mais intenso uso do espaço”.

Entre os casos registados em Portugal de implementação deste sistema, serve de exemplo o Jardim Jaime Filipe, no bairro de Santa Cruz de Benfica, que foi “o primeiro jardim globalmente certificado pela metodologia da WSS”. No entanto, existem outros projectos em que apenas foi obtida a certificação tendo como parâmetro a água, estando entre eles o Jardim Botânico de Coimbra e novo projecto do Parque Eduardo VII, em Lisboa.

Fonte: Jornal Aquitecturas

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