Eficiência Hídrica em Edifícios e Espaços Públicos…

… O Caminho para a Gestão Sustentável da Água!!!

Archive for Outubro, 2010

Saída de Nuno Gomes no final da época permite ao Benfica poupar 20 mil euros em água e champô

Posted by eficienciahidrica em 2010/10/23

A saída de Nuno Gomes do Benfica, no final da época, é mais uma das medidas previstas no orçamento de Estado 2011.

Segundo o que o Inimigo Público apurou, Teixeira dos Santos terá exigido ao Benfica, o maior e mais dispendioso instituto público português, que contribuísse mais activamente para a redução do défice, exigência essa que será cumprida com a saída anunciada do atleta e com a transferência para o regime geral da Segurança Social do subsídio de invalidez do Mantorras.

Mas, apesar de poupar milhões em Água, gel de banho e bandoletes, o Benfica irá perder receitas no próximo ano, uma vez que se prevê uma quebra das assistências do público feminino, que só se deslocava à Luz para ver o Nuno Gomes e o voo da águia Vitória.

Fonte: http://inimigo.publico.pt/Noticia/Detail/1462435

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Universidade de Aveiro no Dep. de Eng.ª Civil aproveita Água da Chuva

Posted by eficienciahidrica em 2010/10/23

O Departamento de Engenharia Civil da Universidade de Aveiro (DECivil) instalou um sistema de aproveitamento de água da chuva para apoio ao seu Laboratório de Hidráulica. Trata-se de uma iniciativa pioneira, que se insere nas políticas de Eficiência Hídrica em Edifícios, e precisa de ser implementada, de forma crescente, em Portugal.

No primeiro fim-de-semana de chuva e funcionamento do sistema (2 e 3 de Outubro), aproveitando as condições favoráveis de precipitação, foi possível encher todos os tanques de apoio ao canal hidráulico do laboratório, cujo volume total é próximo de 10 m3. A economia resultante é superior a 30 euros.

Este sistema foi instalado no âmbito da cooperação existente entre o Departamento de Engenharia Civil da Universidade de Aveiro e a Associação Nacional para a Qualidade nas Instalações Prediais (ANQIP), tendo o equipamento necessário para a instalação sido cedido à Universidade por um dos associados da ANQIP (a empresa Ecoágua).

Com investimentos adicionais relativamente reduzidos, é possível proceder-se à extensão deste sistema para alimentação de instalações sanitárias (bacias de retrete e mictórios), sistemas de rega, torneiras de lavagem, sistemas de AVAC, etc..

Fonte: http://uaonline.ua.pt/detail.asp?c=18816

 

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Projecto de Resolução n.º 274/XI/2.ª

Posted by eficienciahidrica em 2010/10/21

Tal como referido na notícia de 1 de Outubro de 2010 foi apresentado  nesse mesmo dia no Parlamento um projecto que recomenda ao Governo a construção de redes secundárias de abastecimento de água, com aproveitamento das águas pluviais (SAAP), em edifícios, instalações e equipamentos públicos de grande dimensão (ver ligação https://eficienciahidrica.wordpress.com/2010/10/01/dia-nacional-da-agua-ps-entrega-projecto-para-aproveitamento-de-aguas-pluviais/).

Agradecemos à Comissão de Ambiente, Ordenamento do Território e Poder Local pela cedência do documento. De seguida vem a transcrição do dito:

Projecto de Resolução N.º 274/XI/2.ª

Recomenda ao Governo que tome a iniciativa de prever a construção de redes secundárias de abastecimento de água, com aproveitamento das águas pluviais, em edifícios, instalações e equipamentos públicos de grande dimensão, tendo em vista a sua utilização para usos e fins não potáveis, no sentido de se obterem ganhos ambientais, energéticos e económicos.

Exposição de Motivos

A água é, sem dúvida, um recurso natural essencial à vida, desempenhando um papel crucial no desenvolvimento económico do país, com importância assinalável no sector do ambiente.

Em 2001, a procura de água em Portugal foi estimada pelo Plano Nacional da Água em cerca de 7 500 milhões de metros cúbicos/ano, a que corresponde um custo global de produção estimado de 1 880 milhões de euros/ano. Deste consumo, verifica-se que 8% do total se destina ao abastecimento urbano às populações e 5% à indústria. Com tal fundamento, têm sido, ao longo dos anos, desenvolvidas medidas para prever e enquadrar a sua correcta utilização, visando alcançar políticas públicas sustentáveis de gestão da água.

Foi com base nesta premissa que foi aprovado, por Resolução do Conselho de Ministros n.º 13/2005, o Plano Nacional para o Uso Eficiente da Água (PNUEA), visando estabelecer as linhas orientadoras para a sua utilização, iniciativa que contou com a coordenação do Instituto da Água e o apoio técnico do Laboratório Nacional de Engenharia Civil, estando prevista no Plano Nacional da Água.

A criação e adopção deste tipo de instrumentos surge como resposta a fenómenos de seca, verificados, com grande amplitude, nos últimos anos, pelo que o objectivo fundamental daquele Plano é a promoção do uso eficiente da água em Portugal, especialmente nos sectores urbano, agrícola e industrial, contribuindo para minimizar os riscos de escassez hídrica e para melhorar as condições ambientais nos meios hídricos, assim como preservar um bem escasso e essencial à vida.

O aludido Plano prossegue os seguintes princípios: orientar a actuação dos agentes públicos na sua actividade de planeamento e gestão, incluindo a actividade de licenciamento e veicular o comprometimento de agentes públicos e privados, nomeadamente através de compromissos específicos no domínio da promoção do uso eficiente da água, especialmente nos sectores urbano, agrícola e industrial.

Um Plano desta natureza depende, em larga medida, de parcerias com instituições públicas, nomeadamente nas áreas da agricultura, da indústria e da administração local, e privadas, nomeadamente entidades gestoras, associações de utilizadores, organizações não governamentais profissionais e de defesa do ambiente e instituições de ensino e investigação.

Sabe-se, também, que uma parcela importante do consumo está associada a ineficiências várias de uso e a perdas na rede, valores que indiciam potenciais de eficiência na rede de distribuição muito importantes.  Deve, pois, tomar-se consciência de que os recursos hídricos não são ilimitados, e que urge protegê-los e conservá-los.

É, neste sentido, que as entidades gestoras da água devem apostar em maior eficiência e num melhor aproveitamento das infra-estruturas existentes. A consciência sobre a sustentabilidade na utilização da água deve acompanhar a introdução de novas formas de projectar os edifícios e as cidades, de modo a que se volte a aproveitar a água da chuva, não para consumo humano, mas para usos que dispensem a utilização de água potável. Com efeito, aproveitar água da chuva constitui uma solução acessível, que permite reduzir o consumo de água da rede pública, para determinados usos e fins não potáveis, tendo em vista ganhos ambientais, energéticos e económicos.

Nesta matéria, o Estado tem, através do seu exemplo, um papel fundamental, na medida em que, em edifícios, instalações e equipamentos públicos de grandes dimensões, poderá atestar que a adopção de medidas que promovam a eficiência e a racionalidade na utilização da água conduz a poupanças assinaláveis, seja em termos ambientais e económicos, seja em termos energéticos.

Sem prejuízo do disposto nas Medidas 38, 45 e 48 do Plano Nacional para o Uso Eficiente da Água – que prevêem a necessidade de utilização da água da chuva na lavagem de veículos, sua utilização em espelhos de água e piscinas, e, ainda, na rega de campos desportivos, campos de golfe e outros espaços verdes de recreio –, importa que tais princípios sejam aplicados na realidade, consubstanciando-se, como exemplo, na construção do edificado público de grandes dimensões. Só através de uma racionalização dos usos e redução das perdas é possível ter água no futuro, em quantidade e em qualidade.

Nestes termos, atentos os considerandos descritos e ao abrigo das disposições legais e regimentais aplicáveis, os Deputados abaixo assinados do Grupo Parlamentar do Partido Socialista propõem que a Assembleia da República, nos termos do disposto na alínea b) do artigo 156.º da Constituição da República Portuguesa, adopte a seguinte Resolução:

Recomendar ao Governo que tome a iniciativa de prever a construção de redes secundárias de abastecimento de água, com aproveitamento das águas pluviais, em edifícios, instalações e equipamentos públicos de grande dimensão, tendo em vista a sua utilização para usos e fins não potáveis, no sentido de se obterem ganhos ambientais, energéticos e económicos.

Palácio de São Bento, 1 de Outubro de 2010

Os Deputados

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O que pode custar a… Não Eficiência!!!

Posted by eficienciahidrica em 2010/10/21

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Captação de Água da Chuva e seu Reaproveitamento

Posted by eficienciahidrica em 2010/10/20

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Sabia que…???

Posted by eficienciahidrica em 2010/10/19

…uma Piscina Olímpica, com as dimensões 50 m de comprimento por 22 m de largura e com 2,7 m de profundidade leva cerca de 3 Milhões de Litros de Água (2.970.000 litros), valor este equivalente ao consumo de Água de uma pessoa em 40 a 60 anos???

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Frase da Semana

Posted by eficienciahidrica em 2010/10/18

“Evite desperdiçar o Recurso Água. É um recurso limitado e vulnerável”


 

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“Mais vale sozinha que mal acompanhada…”. Terá lógica???

Posted by eficienciahidrica em 2010/10/14

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É uma alegria… Poupar Água!!! :)

Posted by eficienciahidrica em 2010/10/13

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Sabia que…???

Posted by eficienciahidrica em 2010/10/12

… a irrigação para cultivos agrícolas responde actualmente por mais de dois terços de toda a Água retirada de lagos, rios e reservatórios subterrâneos, segundo a Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação”


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Frase da Semana

Posted by eficienciahidrica em 2010/10/11

“O Planeta Terra é uma grande gota d’Água e, por isso, frágil”

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Hey, não comecem a reunião sobre Eficiência Hídrica sem mim…

Posted by eficienciahidrica em 2010/10/07

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