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Benavente gasta 5000 euros de água com rega de espaços verdes

Posted by eficienciahidrica em 2010/09/01

A última factura apresentada pela Águas do Ribatejo à C.M. Benavente ronda os cinco mil euros. A conta da água do município ainda vai aumentar porque muitos locais com sistema de rega não têm ainda contador instalado. Câmara quer procurar alternativas para baixar a despesa. Sobretudo com a rega dos espaços verdes.

O consumo de água potável – também usada na rega dos espaços verdes – custa à C.âM. Benavente cerca de cinco mil euros por mês. Este foi o valor da última factura que a autarquia recebeu da empresa Águas do Ribatejo, mas a conta ainda vai aumentar porque muitos dos locais com sistema de rega não têm ainda o contador instalado.

O presidente da CM Benavente, António José Ganhão (CDU), mostra-se preocupado com o valor da conta da água, consumida em várias instalações municipais, e diz que a questão impõe uma reflexão por parte da autarquia. “Temos que arranjar uma alternativa para a rega para que a factura da água não seja tão alta. Regar os espaços verdes com água da rede pública parece não ser a melhor solução”, analisou o autarca, que é também vice-presidente da Águas do Ribatejo, a empresa intermunicipal que passou a gerir o abastecimento de água e o saneamento básico de seis concelhos (Almeirim, Alpiarça, Benavente, Chamusca, Coruche e Salvaterra de Magos).

A abertura de furos próprios para regar zonas de grande dimensão, já que a água não necessita de ter a mesma qualidade que a água da rede pública, pode ser uma das hipóteses para poupar, à semelhança do que já acontece na zona ribeirinha de Benavente.

A utilização da água proveniente das ETAR’s (Estações de Tratamento de Águas Residuais) para rega está também a ser ponderada. “Mas a rega terá que ser feita através do canal do Vale do Sorraia. É água que é aproveitada para a agricultura. Vamos seguramente com isto estabelecer protocolos de forma a aproveitar água do canal que possa servir as zonas verdes de Benavente”, antevê o autarca que lembra no entanto que para Samora Correia terão que ser encontradas outras soluções.

António José Ganhão admite que manchas verdes de pequena dimensão, sem dimensão suficiente para estabelecer uma rede de rega e onde a rega ainda se faz manualmente a partir da boca-de-incêndio, poderão vir a ser extintas. “Não justificam os custos de manutenção. É preferível utilizarmos mais caldeiras de árvores que têm menos custos que a relva, que passou a ser uma moda e cuja manutenção se torna insustentável”.

A questão da poupança de água coloca-se não só por questões financeiras, mas também por razões ambientais. O município tem muitas áreas verdes, algumas de boa dimensão, outras mais pequenas e dispersas. Não apenas nas novas urbanizações, mas em espaços interiores mais antigos das freguesias.

Na última reunião de câmara o autarca mostrou-se ainda preocupado com a situação das colectividades, face aos encargos com a factura da água, já que muitos “têm relvados para regar todos os dias”.

Fonte: http://semanal.omirante.pt/index.asp?idEdicao=458&id=67590&idSeccao=7272&Action=noticia

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