Eficiência Hídrica em Edifícios e Espaços Públicos…

… O Caminho para a Gestão Sustentável da Água!!!

Archive for 1 de Abril, 2010

Substituição de Sanitários em massa, entre outros dispositivos, será a solução???

Posted by eficienciahidrica em 2010/04/01

No link que se encontra no final deste post poderá ter acesso a um artigo com um ponto de vista/análise interessante…

… no que se refere à obrigatoriedade de colocação de sanitários “low-flow” (em alguns países)…

… mas que, por consequência, implica a substituição dos velhos pelos novos. Aqui fica a questão…

E o que fazer aos velhos???

Pensar “globalmente”… é sempre necessário!!!

http://www.waterefficiency.net/blogs/we-editors-blog/low-flow-hubris-65510.aspx

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Espelho meu…

Posted by eficienciahidrica em 2010/04/01

Um elemento decorativo que reflecte os consumos de água
Todos sabemos que devemos desligar as torneiras enquanto escovamos os dentes, fazemos a barba ou lavamos as mãos e a cara. Mas que quantidade de água poupamos ou, melhor, quanta água de facto gastamos? O dispositivo que o Planetazul lhe sugere, alia o design e a funcionalidade de espelho com um mecanismo que permite contabilizar a água que literalmente vai pelo cano abaixo. Quem sabe um conceito a adoptar pelos fabricantes equipamentos e acessórios de casa de banho?
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Um espelho inteligente para a casa de banho

Este espelho de casa de banho é um conceito do designer coreano Jin Yong Kim através do qual podemos ver “reflectido” o nosso consumo de água diário, mensal e anual.
Deste modo, a funcionalidade deste objecto ultrapassa os limites pré-concebidos de espelho, como reflector de uma imagem, para alertar e sensibilizar para a problemática da escassez de água e da necessidade da poupança deste recurso natural tão precioso.

Contagem da Água

Com um design inovador e actual, o espelho possui nas bordaduras lâmpadas LED coloridas, que são alimentadas por energia produzida pelo fluxo de água que passa pelo ralo do lavatório. À medida que o fluxo de água aumenta, os LED vão variando de intensidade e, deste modo, é possível controlar os gastos por hora (a azul) e por dia (a verde) através de um de gradiente de cor/ intensidade luminosa. O consumo de água é ainda “medido” numa escala anual através do aparecimento de ícones representativos das possíveis consequências dos seus hábitos nos quatro pólos do vidro: ursos polares sobre gelo a derreter, crianças africanas a percorrem longas distâncias para conseguir água potável e a destruição dos ecossistemas.

À medida que consumimos a água ao longo do ano, os padrões de uso e de fornecimento criam uma moldura no espelho que nos indica quais os nossos padrões de consumo, como é que os nossos hábitos afectam o planeta e qual o resultado da aplicação de boas ou más práticas no que concerne à problemática da água. O objectivo é a redução do desperdício de água ao constatarmos como os nossos hábitos afectam o planeta.

Controlador da Quantidade
Uma outra funcionalidade do espelho é controlar a quantidade de água que estamos autorizados a utilizar. Para isso basta configurá-lo de modo a que quando chegamos a um ponto perto do definido como máximo, o caudal de água da torneira é limitado. Isto é, se estabelecermos que apenas podemos gastar 1 litro de água por dia, a memória do espelho em conjunto com o registo de caudal do ralo, vão emitir sinais de alerta ao dispositivo de controlo adaptado na tubagens de água, indicando-lhe para diminuir o fluxo, ou seja, “fechar a torneira”.

Fonte: Planeta Azul no link http://www.planetazul.pt/edicoes1/planetazul/desenvArtigo.aspx?c=2249&a=17097&r=37&pesq=1

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Novo Sistema para Aproveitar a Água da Chuva chega a Portugal

Posted by eficienciahidrica em 2010/04/01

Objectivo: Drenar a água da chuva…

    Este é um sistema que os autores consideram ecológico, económico, flexível tendo ainda uma elevada performance, estando de a chegar à Europa. Em países como África do Sul ou Nova Zelândia, o sistema sifónico é o mais utilizado e a OLI – Oliveira & Irmão, S.A. quer agora a implementá-lo em Portugal. Rain Plus é o nome do produto.

    Antes de mais, recorde-se que existem duas maneiras para não deixar acumular a água da chuva no topo do edifício. O sistema convencional, normalmente denominado gravitacional e o sifónico (sistema de vácuo). O sistema sifónico impede a entrada de ar na tubagem, o que permite tirar partido da secção do tubo, enchendo-o totalmente, e trabalhar a 100%. O caudal escoado atinge assim velocidades dez vezes superiores aos do sistema comum.

    O RainPlus chega assim a Portugal, curiosamente, no final de um Inverno bastante chuvoso, através da Valsir, empresa italiana que se associa à OLI. Depois de a Valsir ter apostado no mercado da Oceania e África, o foco da empresa está agora direccionado para a Europa. A empresa portuguesa apresentou este produto recentemente, na Casa do Futuro, em Lisboa, numa conferência dinâmica e com direito à apresentação de um simulador de produto.

    Segundo o representante da Valsir as vantagens são económicas (porque o sistema tem menor custo em termos de equipamento (os tubos têm um diâmetro mais pequeno)) e a sua flexibilidade (pode ser montado na periferia do edifício e mesmo ser levado para a obra previamente construído). Acima de tudo, há mais-valias ecológicas. O RainPlus direcciona os tubos de queda para reservatórios de água que pode depois ser reutilizada na rega ou no combate a incêndios.

    De notar que este produto está apenas direccionado para grandes equipamentos, como centros comerciais ou edifícios públicos (torna-se mais eficaz). A OLI está, neste momento, a organizar workshops para a sua aplicação, direccionados a instaladores e projectistas.

    Fonte: Planeta Azul no link http://www.planetazul.pt/edicoes1/planetazul/desenvArtigo.aspx?c=2253&a=17363&r=37&pesq=1

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